Arquivo para janeiro \17\UTC 2011

17
jan
11

O Sistema Solar

credito: NASA

É comum ao nos depararmos com o termo “Sistema Solar”, pensarmos apenas no Sol e nos planetas que o orbitam. No entanto, não são apenas os planetas e seus satélites que compõe o  Sistema Solar.  Na verdade ele é o conjunto de astros que estão sob a influência gravitacional do Sol e essa influência se estende por muito além dos planetas que conhecemos.

E por falar em planetas….Bem, todos sabemos o grande debate que resultou na nova classificação de Plutão e de outros astros como “Planetas anões.” Assim, hoje contamos com uma configuração diferente do que os livros didáticos normalmente traziam sobre o Sistema Solar e tenho recebido muitas perguntas e pedidos para escrever sobre o “novo sistema solar”

Em 24 de Agosto de 2006, a IAU (International Astronomical Union) votou ao final de sua 26ª assembléia pela definição de 3 classes de objetos subestelares no Sistema Solar: Planeta, planeta-anão e corpos menores do Sistema Solar.

Neste post falo sobre a mais recente configuração do Sistema Solar aceita pela IAU, mas já aviso: Nada impede que em pouco tempo tudo mude outra vez, como tem sido comum nesses novos tempos na Astronomia!

SISTEMA SOLAR

O sistema solar é composto pelo sol e pelos objetos que estão sob a influência de sua força gravitacional, a saber: 8 planetas, pelo menos 3 planetas anões, mais de 130 satélites planetários (mais satélites podem ainda ser descobertos), um grande número de corpos menores como cometas e asteróides e o meio interestelar.

Satélites do planeta solar

NASA

O sol, uma estrela do tipo G2 da sequencia principal é o principal astro do sistema e é  responsável por 99,86 por cento de sua massa , o restante é praticamente toda composta pelos planetas que o orbitam.

Distribuição provável de massa no Sistema Solar

Sol: 99.85%
Planetas: 0.135%
Cometas: 0.01% ?
Satélites: 0.00005% ?
Planetas anões: 0.0000002% ?
Meteoroides: 0.0000001% ?
Meio interestelar : 0.0000001% ?

http://www.planetsalive.com/?planet=Main&tab=B

PLANETAS

Os oito planetas a partir do sol são Mercúrio, Vênus, Terra, Marte Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Esse grupo é comumente dividido em planetas rochosos e gasosos.

  • Planetas rochosos( também chamados de telúricos) são compostos de rochas e metal e tem densidades relativamente altas, rotação mais lenta, superfícies sólidas,não possuem muitos satélites e não apresentam um sistema de anéis. Os planetas rochosos são Mércúrio, Vênus, Terra e Marte.
  • Planetas gasosos são compostos basicamente de hidrogênio e hélio e tem densidades baixas, rotação rápida, atmosferas profundas,núcleo rochoso, sistema de anéis e muitos satélites. Os planetas gasosos são: Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

CINTURÃO DE ASTERÓIDES

Entre Marte e Júpiter existe um cinturão de asteróides, corpos que orbitam o sol, tem composição semelhante a dos planetas rochosos, mas são muito pequenos para serem considerados planetas ou mesmo planetas anões.

Esses corpos estão sob a potentíssima influência da força gravitacional de Júpiter e  do Sol e não conseguem vencê-las para que possam se aglutinar e formar um corpo de maior dimensão.

Região do Cinturão de Asteróides

CINTURÃO DE KUIPER

A área além de Netuno é ainda precisa ser muito explorada, é normalmente chamada de área trans-netuniana. A primeira região dessa área é conhecida como Cinturão de Kuiper – um grande anel de detritos, semelhante ao cinturão de asteróides, mas composto basicamente de gelo e muito maior. Acredita-se que essa região seja a origem dos cometas de período curto, como o cometa Halley. Apesar de ser composto por muitos corpos pequenos é possível que muitos dos maiores astros do cinturão de Kuiper venham a ser reclassificados em breve como planetas anões.

Cinturão de Kuiper e Cinturão de Asteróides

Planeta-anão

Um planeta anão é um corpo celeste muito semelhante a um planeta, que orbita em volta do Sol e tem gravidade suficiente para assumir uma forma com equilíbrio. No entanto, não possui uma órbita desimpedida. Assim, como os outros 8 planetas maiores, os planetas anões são massivos o bastante para terem uma forma arredondada, também orbitam o sol, no entanto não conseguiram limpar a região que orbitam de outros astros de tamanho similar.

Meteoroides

Os meteoroides são astros com dimensão entre 50 metros até partículas tão pequenas como pó. Astros maiores que 50 metros são conhecidos como asteroides. Não há ainda um consenso sobre como distinguir a dimensão máxima de um asteroide e mínima de um planeta. Um meteoroide que atravesse a atmosfera da Terra passa a se denominar meteoro; caso chegue ao solo, chama-se meteorito. Veja abaixo o momento em que um meteoro entra na atmosfera terrestre.

Cometas

Cometa McNaught. Fonte:http://www.meteopt.com/forum/

Cometas  são corpos pequenos (normalmente tem apenas alguns kilômetros de diâmetro) compostos basicamente de gelos voláteis que possuem órbitas altamente excêntricas, que tem seu periélio( quando mais se aproximam do sol) na região dos planetas rochosos e seu afélio ( quando estão mais distantes do sol) muito além de Plutão. Quando um cometa se aproxima do sol, sua superfície de gelo começa a sublimar, criando uma coma, uma longa cauda de gás e poeira que é muitas vezes visível a olho nu, tornando-se um dos mais belos objetos observados no céu. 

Há dois tipos de cometa: O cometa de período curto, cuja órbita dura menos de 200 anos e  o cometa de período longo, cuja órbita pode chegar a milhares de anos. Os cometas mais antigos, que perderam sua camada de gelo volátil devido às várias passagens pelo sol, são classificados como asteróides.

Acredita-se que os cometas de período longo tenham origem num local chamado Nuvem de Oort.

Nuvem de Oort

Em 1950 Jan Oort, astrônomo dinamarquês, propôs que os cometas viriam de uma grande nuvem,  uma casca esférica que como uma concha envolve todo o Sistema Solar , e teriam sido impulsionados para ele como conseqüência de uma perturbação gravitacional causada pela passagem de uma estrela pelas proximidades. A hipótese da nuvem ou depósito de Cometas é hoje amplamente aceita.Após ter estudado a distribuição e o movimento das estrelas da Via-Láctea, em 1827,de  Oort determinou sua massa total, equivalente aproximadamente a 200 bilhões de massas solares e sua distância do Sol acredita-se ser de aproximadamente 1 ano-luz, mas há muita controvérsia ainda sobre esses dados.

A nuvem de Oort seria o limite de influência gravitacional do sol.

Reforço aqui a informação de que a Nuvem de Oort é ainda uma hipótese e que sua existência ainda não foi confirmada.

Representação artística da Nuvem de Oort.

Fontes de pesquisahttp://www.constelacoes.hpg.ig.com.br/cometas_nuvem_de_oort.htm

.

http://www.solar-system.name/solar-system/comets.html

http://nineplanets.org/overview.html

http://mundoestranho.abril.com.br/ciencia/pergunta_286678.shtm

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12
jan
11

M1: Nebulosa do Caranguejo surpreende os astrônomos

Situada a 6,500 anos luz da Terra, na constelação de Touro, a nebulosa do Caranguejo é um dos objetos mais estudados no céu. Pudera! É o primeiro objeto associado à explosão de uma supernova, o primeiro objeto do catálogo Messier, isso sem falar em seu famoso  pulsar. Até esta semana uma das palavra mais normalmente associadas à nebulosa era “estabilidade“. Mas isso está prestes a mudar.

Neste post falo das novidades sobre M1 precedido de um breve histórico.

fontes:

http://www.uranometrianova.pro.br/astronomia/AA004/nebcaranguejo.htm
http://universoinimaginavel.blogspot.com/2009/08/nebulosa-do-caranguejo-tambem-conhecida.html
seds.org/messier/m/m001.htm
http://www.solstation.com/x-objects/crab-neb.htm
http://www.nasa.gov/mission_pages/GLAST/news/crab-nebula-surprise.html

M1: Nebulosa do Caranguejo (Crab Nebula)

Registros históricos revelaram que uma nova estrela brilhante o suficiente para ser vista de dia tinha sido registrada na mesma parte do céu por astrônomos chineses e árabes em 1054. Foi também avistada e registrada em pinturas rupestres  por povos nativos norte-americanos.

 

Pintura rupestre registrando a supernova de M1

Crédito imagem: theintellectualdevotional.com

Dada sua grande distância, a “estrela aparecida” de dia, observada por esses astrônomos, só poderia ter sido uma supernova—uma estrela maciça explodindo, tendo esgotado  seu total de energia da fusão nuclear e colapsado em si mesma. A supernova foi visível a olho nu por cerca de dois anos após sua primeira observação. Graças a essas observações, a Nebulosa do Caranguejo se tornou o primeiro objeto astronômico reconhecido como sendo ligado a uma explosão supernova.

Análises recentes dos registros históricos descobriram que a supernova que criou a Nebulosa do Caranguejo provavelmente ocorreu em abril ou no começo de maio, chegando ao seu brilho máximo de entre magnitude aparente −7 e −4,5 (mais brilhante do que qualquer coisa no céu noturno, exceto pela Lua) em julho.

Em 28 de agosto de 1758, Charles Joseph Messier viu esta nebulosa e pensou tratar-se de um cometa. Ao perceber que não houve movimentação com o passar dos dias, Messier registrou este objeto em 12 de setembro de 1758, o que lhe permitiu iniciar o seu famoso catálogo.

O material ejetado pela estrela explosiva espalhou-se no espaço cósmico por mais ou menos 10 anos-luz de diâmetro, e ainda se expande a uma velocidade de cerca de 1800 quilômetros por segundo. Em 1968, foi descoberto, no interior desta nebulosa, um Pulsar que gira rapidamente em torno de seu eixo a uma velocidade de 30 vezes por segundo, diminuindo gradativamente esta velocidade em razão da interação magnética com a nebulosa.

A Nebulosa do Caranguejo foi, em 1948, identificada com uma potente fonte de emissão de ondas de rádio, designada primeiramente como Taurus A e posteriormente como 3C144 ( nomenclatura que designa a 144a fonte do 3º catálogo de rádio-fontes da Universidade de Cambridge, na Inglaterra ). Em 1963, o Naval Research Laboratory, utilizando um foguete lançado a grande altitude e equipado para a detecção de fontes de raios X, encontrou na nebulosa uma poderosa fonte deles que recebeu a designação de Taurus X-1.

Medidas feitas durante a ocultação da nebulosa pela Lua em 05 de julho de 1964 e repetidas em 1974 e 1975, demonstraram que a emissão dos raios-X provêm de uma região com, no mínimo, 2 minutos de arco de tamanho, e a energia emitida em raios-X é cerca de 100 vezes maior que a emitida no visível sendo que esta é equivalente a 1000 vezes a luminosidade do Sol.

Sua estabilidade na emssão de raios X é tamanha que serve mesmo para calibrar detectores de raios X em satélites e foguetes e existe até uma medida que leva seu nome: milicrab

Bem… servia.

Esta semana os astrônomos foram surpreendidos com a notícia de que dados obtidos a partir de vários satélites da Nasa revelaram mudanças inesperadas na sua emissão de raios X. Os resultados confirmaram um real declínio de intensidade de aproximadamente 7 % em energias entre  15,000 to 50,000 eV  num período de dois anos. Também mostram que o brilho tem oscilado em  3.5 % ao ano desde 1999.
Os cientistas dizem que os astrônomos terão que encontrar novas formas de calibrar seus instrumentos de vôo e explorar os possíveis efeitos da inconstância da Nebulosa em descobertas antigas

O Large Area Telescope também  detectou explosões de raios gama sem precedentes da Nebulosa do Caranguejo, demonstrando que M1 também é surpreendentemente variável em energias muito mais altas.

A força da nebulosa vem de seu pulsar que emite pulsos rápidos e regulares de raio X e radio . A emissão em pulsos não mostra mudanças associadas ao declínio, não podendo assim ser a fonte das oscilações. Suspeita-se que estas mudanças venham ocorrendo no centro da nebulosa.
Veja no vídeo abaixo mais detalhes sobre essa descoberta. (ou no link: http://www.youtube.com/watch?v=0PxR3EtoTnc)

11
jan
11

Anunciado Primeiro Exoplaneta Rochoso

Anunciado o primeiro exoplaneta comprovadamente rochoso. Certamente esse campo da astronomia é um dos mais dinâmicos, cheio de surpresas e novidades nos últimos anos. Como disse, é o primeiro…muita coisa ainda vem por aí!

A seguir o  texto que considerei o melhor sobre o tema escrito por Hamish Johnston ,editor do physicsworld.com e que traduzi para este post.

http://physicsworld.com/cws/article/news/44745

Tradução adaptada.

O vídeo é da Nasa e está em inglês, mas acredito que após a leitura do artigo, se torne de fácil compreensão mesmo para quem não domina o idioma.

Criação artística para Kepler-10-b - Crédito NASA

 

O primeiro planeta rochoso foi finalmente descoberto pelo telescópio Kepler da Nasa , de acordo com a chefe  da missão Natalie Batalha.O planeta se chama Kepler-10b , possui uma densidade semelhante a do ferro , tornando-o muito mais denso do que nosso planeta. O exoplaneta orbita sua estrela a aproximadamente 560 anos luz da Terra.

Kepler-10b está aproximadamente 20 vezes mais próximo de sua estrela do que Mercúrio está do Sol – e como resultado espera-se que a temperatura de sua superfície possa chegar aos 1400 °C. Está sempre com o mesmo lado voltado para sua estrela e provavelmente possui oceanos de rocha derretida no seu lado dia e um lado noite sólido, de acordo com Batalha.Tem um período orbital de 0,84 dias e sua estrela tem um tamanho similar ao do Sol.

Desde a descoberta do primeiro exoplaneta em 1995, mais de 500 outros foram revelados.  Embora a maioria deles sejam gigantes gasosos como Júpiter, astrônomos estão conseguindo encontrar exoplanetas menores que poderiam se assemelhar à Terra. Antes de Kepler-10b ter sido identificado, o candidato mais forte era Corot-7b – que pode, sem dúvida, ser rochoso-  mas como sua estrela é muito ativa, torna-se difícil determinar sua densidade

Três medições básicas

Kepler-10b, entretanto é um caso muito diferente porque sua estrela é muito velha – aproximadamente 8 bilhões anos – o que significa que é muito mais calma e mais fácil de se lidar . A equipe determinou a densidade do planeta fazendo três observações diferentes: Primeiro, determinaram seu raio relativamente ao da estrela, medindo quanta luz é bloqueada quando ele transita entre a Terra e a estrela. Depois determinaram sua massa (novamente em relação à estrela) medindo  a oscilação da estrela causada pela órbita do planeta. O passo final e crucial era deterninar o raio e a massa da estrela, o que foi feito medindo-se a freqüência vibracional dos tremores, abalos na estrela (“starquakes”).  Ao juntar todos os dados, a equipe concluiu que a densidade do planete é de cerca de 8,8 g/cm3, que se assemelha à densidade de Mercúrio. “Este é o primeiro inquestionável planeta rochoso,” disse Batalha . “Sua descoberta é um marco importante para a humanidade”, ela acresentou.

Temperaturas à noite e de dia

Batalha disse que a equipe está estudando a quantidade de luz que atinge o telescópio durante o trânsito do planeta. Isto possibilitaria os pesquisadores determinar as temperaturas do dia e da noite na superfície do planeta. Embora  Kepler-10b seja similar à Terra em certos aspectos , não se encontra na zona habitável em torno de sua estrela, onde a vida poderia emergir –  é quente demais para abrigar vida como nós a conhecemos.

Um mistério que ronda Kepler-10b é como pode estar tão próxima de sua estrela. Edward Guinan do Villanova University, acredita que ele seja  resto de um gigante gasoso como Júpiter que chegou tão próximo a sua estrela que o gás foi varrido, sobrando apenas o núcleo rochoso .

Veja este vídeo que sintetiza o texto acima.

 

 

05
jan
11

Andrômeda

Dentre as galáxias consideradas grandes, Andrômeda (M31) é a mais próxima de nossa Via Láctea, contendo centenas de bilhões de estrelas. Eu a chamo de “vizinha” e fiquei encantada no último inverno quando a vi surgir no céu e pude observá-la ao telescópio no interior de Minas Gerais. Veja o registro desse momento na imagem de meu querido amigo astrônomo amador e astrofotógrafo Edison. (http://edisonps.multiply.com/photos/album/9/9#photo=1)

M 31 em Julho de 2010

Andrômeda é uma galáxia espiral a cerca de 2900.000 anos luz da Terra que fica na direção da constelação de Andrômeda e se assemelha muito à nossa Via Láctea, sendo a maior em nosso Grupo Local.

Essa semana  dois observatórios da ESA liberaram imagens de Andrômeda em infravermelho e Raio X, numa bela composição que é uma verdadeira aula de Evolução Estelar. As imagens foram feitas na semana do natal 2010.

O texto original estão em http://www.esa.int/esaSC/SEMY1K0SDIG_index_0.html

As imagens falam por si mesmas …

M 31: Imagens feitas em vários comprimentos de onda. Crédito: ESA



Combinadas, essas imagens mostram todos os estágios do ciclo de evolução estelar.

A imagem em infravermelho mostra áreas de poeira fria que traçam reservatórios de gás no qual estrelas em formação se encontram. A imagem óptica (no visível) mostra estrelas adultas. A imagem em raio X mostra centenas de emissões de raio X vindas de Andrômeda, muitas delas aglomeradas em torno do centro, onde estrelas normalmente se encontram mais próximas. Algumas das emissões são provenientes das ondas de choques e restos de estrelas que explodiram e estão vagando no espaço e outras de pares de estrelas presas numa batalha gravitacional em que destroem umas às outras, evidenciando o fim do ciclo de evolução das estrelas na galáxia.

02
jan
11

Os números de 2010

Obrigada a todos. Para um blog que se destina apenas a pesquisa e consulta sobre uma única área do conhecimento, os números abaixo me deixam muito feliz!

 

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Uau.

Números apetitosos

Imagem de destaque

Um navio de carga médio pode transportar cerca de 4.500 contentores. Este blog foi visitado 23,000 vezes em 2010. Se cada visita fosse um contentor, o seu blog enchia cerca de 5 navios.

 

Em 2010, escreveu 71 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 77 artigos. Fez upload de 222 imagens, ocupando um total de 84mb. Isso equivale a cerca de 4 imagens por semana.

O seu dia mais activo do ano foi 10 de novembro com 209 visitas. O artigo mais popular desse dia foi Carl Sagan.

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

Carl Sagan novembro, 2010
1 comentário e 1 “Like” no WordPress.com,

2

O QUE SÃO NEBULOSAS? julho, 2009

3

As 88 constelações março, 2010
2 comentários

4

Neil Armstrong: 80 anos! agosto, 2010
1 comentário e 1 “Like” no WordPress.com,

5

Maior Estrela já encontrada julho, 2010
8 comentários